Cap 4 - O TABERNÁCULO

A Arca da Aliança

(Êxodo 25:10-22)

A Arca da Aliança é o item mais conhecido do Tabernáculo, famosa por seus misteriosos poderes contra os inimigos de Israel (I Samuel cap.5e6).

A Arca da Aliança ficava no Santo dos Santos, na parte dos fundos do Tabernáculo. O acesso só era permitido uma vez por ano, no Dia da Expiação (Yom Kippur). Este acesso era restrito a uma pessoa, o sumo sacerdote. Ele deveria entrar no Santo dos Santos trazendo o sangue de um bode, oferecido em favor dele mesmo e dos pecados do povo de Israel.

A Arca por si só era uma pequena caixa, feita de madeira de acácia e recoberta de ouro. Suas medidas eram: 1,15 metros de comprimento, 0,7 metros de largura e 0,7 metros de altura. Ela era carregada por meio de duas barras longas, feitas de madeira de acácia e também recoberta de ouro.

A Arca era o trono de Deus em Seu lugar de habitação no Tabernáculo. Muitas pessoas, corretamente, associam a Arca da Aliança com o julgamento e a ira de Deus. O dia em breve virá, quando Deus julgará os segredos dos homens (Romanos 2:16) e "Do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça" (Romanos 1:18). "Aquele que fez o ouvido não ouvirá? E o que formou o olho, não verá?" (Salmo 94:9). Caso você não esteja certo disto, leia a respeito do grande trono branco do julgamento de Deus em Apocalipse 20:11-15. Mas havia uma tampa na Arca, conhecida como Assento de Misericórdia, ou Propiciatório. Era aqui que o sangue do bode era aspergido pelo sumo sacerdote no dia da Expiação, para aplacar a justa ira de Deus (propiciação) contra os pecados do povo de Israel.

O livro de Romanos no cap. 3:24-25 nos diz que há redenção em Jesus Cristo, pois Deus o tem posto como propiciação, pela fé no seu sangue. Cristo morreu, e o preço foi pago. Para aqueles que crêem na morte de Cristo pelos seus pecados, agora há misericórdia e não a ira. "Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira" (Romanos 5:8-9).

Nas extremidades do propiciatório havia dois Querubins. Não nos é dito que Deus se fazia presente dentro da Arca, mas sobre a Arca e no meio dos Querubins. Ali Deus habitava "na luz inacessível" (I Timóteo 6:16, Salmo104:2). O sumo sacerdote tinha que proteger seus olhos, pois "homem nenhum verá a minha face, e viverá" (Êxodo 33:20). Este era onde Moisés encontrava com Deus (Êxodo 25:21-22, Levítico 16:14-15). A glória do Senhor encheu o Tabernáculo no dia em que ele foi edificado e ungido (Êxodo 40:9, 18, 34-35), exatamente no décimo quarto dia antes de completar um ano após a saída do povo do Egito (Êxodo 40:2; 12:6, 31). Os dois Querubins no propiciatório representam a glória de Deus (Hebreus 9:5).

 A Bíblia não nos dá muitos detalhes a respeito da aparência da Arca da Aliança. Alguns modelos, como este, mostram os Querubins ajoelhados, enquanto outros em pé. O que nós sabemos é que as suas asas estavam estendidas, cobrindo assim o propiciatório. As asas possivelmente se tocavam umas nas outras para fazerem uma cobertura completa. Estas incertezas não devem nos perturbar, pois "Agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido" (I Coríntios 13:12).

As figuras abaixo mostram a Arca aberta para que você possa ver o seu conteúdo, que eram estes:

1. As duas tábuas da Lei

2. A vara de Aarão que floresceu

3. O pote de ouro com maná "escondido"

Estes três itens juntos formavam o testemunho

(Êxodo 25:21), por conseguinte a Arca é chamada a Arca do Testemunho.

1. As Tábuas da Lei

Os dez mandamentos foram escritos nestas duas tábuas de pedra, pelo dedo de Deus, no monte Sinai (Êxodo 31:18; 32:16, 19; 34:1). As tábuas de pedra também eram chamadas de tábuas do testemunho (Êxodo 31:18), pois nos mostram os atributos de Deus como sendo: zeloso, cuidadoso, fiel e verdadeiro. Ele é santo e justo.

Aqui estão os dez mandamentos (Êxodo 20:1-17):

Introdução: "Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão".

1. Não terás outros deuses diante de mim.

2. Não farás para ti imagem de escultura, não te encurvarás a elas nem as servirás. Pois eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso.

3. Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou.

5. Honra o teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

6. Não matarás

7. Não adulterarás

8. Não furtarás

9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10. Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem coisa alguma do teu próximo.

Os dez mandamentos nas duas tábuas de pedras são a base da aliança de Deus com os filhos de Israel (Êxodo 19:5-7). Eles estipulam quais são os justos requerimentos da lei, sem ajudarem aos filhos de Israel a obedece-los.

Em razão de os filhos de Israel não cumprirem a parte deles neste concerto (visto que era impossível, Romanos 8:3), Deus prometeu fazer uma nova aliança, "Não conforme a aliança que fiz com seus pais,...... porque eles invalidaram a minha aliança, apesar de eu os haver desposado, diz o SENHOR (Jeremias 31:32)."

"Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.

E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados (Jeremias 31:33-34). "

Esta é a Nova Aliança que Jesus confirmou com o Seu sangue (Lucas 22:20).

O Salmo 40:7-8 é uma profecia sobre o Messias: "Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito. Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração." Em cumprimento: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei,..." (Gálatas 4:4, 5a). Jesus cumpriu a lei de Deus, amando-O de todo Seu coração e ao seu próximo como a Ele mesmo. Isto fica bem claro nos quatro evangelhos. Deleitando-se em fazer a vontade de Deus (João 4:34; 5:30; 6:38), Jesus tinha a lei de Deus (as dez "Palavras" de Deus) em seu coração, como a Arca da Aliança guardava as tábuas do testemunho. A Palavra de Deus se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e verdade (realidade no Grego) (João 1:14). Através da morte de Cristo na cruz, como um sacrifício perfeito, nós somos perdoados dos pecados cometidos sob a lei e remidos da sua escravidão.

Deus mesmo se responsabiliza por escrever sua lei em nossos corações e incuti-la em nosso entendimento, quando envia aos nossos corações o Espírito de seu Filho (Gálatas 4:6, Hebreus 8:10-12). Desde então, uma obra vivificadora ocorre em nosso homem interior, "Cristo, que é a nossa vida" (Colossenses 3:4), "Cristo seja formado em vós" (Gálatas 4:19), o que resultará no mínimo no mesmo testemunho de Deus quanto os dez mandamentos. A nação de Israel quebrou a velha aliança, e nós ainda fazemos o mesmo, tentando guardar a lei através de nossos próprios esforços. Na Nova Aliança, Deus se responsabiliza por escrever suas leis em nosso entendimento através de seu Espírito (Romanos 8:4, Ezequiel 36:25-28), visto que nós andemos em Espírito.

João é bem econômico em seus escritos, usando uma ou duas palavras para descrever vastas realidades. Mas seu foco não é tanto o entendimento, mas sim o verdadeiro conhecimento ou experimentar, por exemplo, do Pão da Vida (João 6:35), João se refere a Jesus como:

O "Verbo" em seu evangelho (João 1:1)

A "Palavra da vida" em sua primeira epístola (I João 1:1)

A "Palavra de Deus" em Apocalipse 19:13.

Em cada caso, o alicerce do pensamento de João parece ser a Arca do Testemunho.

2. A Vara de Aarão que Floresceu

Um pouco de história é necessário aqui. Começaremos pelo relato de Números capítulo 16. Logo após o Tabernáculo estar em funcionamento, um dos sacerdotes (Coré) e alguns outros homens fizeram um desafio à liderança de Moisés e Aarão. Usando uma linguagem que parecia ser espiritual, Coré advoga em causa própria: "Basta-vos, pois que toda a congregação é santa, todos são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR". Os companheiros de Coré não eram sacerdotes e a linha de pensamento deles era totalmente contra a Palavra de Deus, pois disseram: !Moisés, nos tirou da terra que mana leite e mel (Egito) e nos trouxe para este deserto. Onde está a terra que mana leite e mel que você nos prometeu? Você pensa que todos nós somos cegos?? Isto era uma mentira aberta, pois o Egito foi para eles: trabalho árduo, muito sofrimento, lágrimas e desesperança, mas após alguns meses depois da construção do lindo Tabernáculo, a memória da escravidão estava se passando, e então veio o desafio.

Moisés instruiu a todos que viessem diante do Senhor no dia seguinte. Deveriam trazer incensários, com fogo e incenso, e colocá-los na presença de Deus. Deus estava furioso e julgou Coré e seus companheiros. Seus incensários foram usados, como folhas estendidas, para cobertura do Altar do Holocausto, por memorial, ou seja, para lembrá-los da ira de Deus sobre aqueles que falaram veementemente contra Ele e contra aqueles que Ele havia escolhido (Números 16:29).

Mas o incidente não terminou ali. Toda a congregação começou a murmurar contra Moisés e Aarão porque eles haviam matado "o povo do SENHOR". Novamente Deus reage furiosamente e rompeu uma praga no meio do povo, que somente cessou quando Aarão obedeceu a Moisés, e colocou o seu incensário (o autorizado) diante do Senhor no Tabernáculo. A praga foi devastadora no meio do povo, e Deus assim provou, de forma trágica e punitiva, que Moisés e Aarão eram realmente escolhidos por Ele.

Entretanto, Deus desejava provar de outra maneira, de forma agradável e esclarecedora, que Aarão foi a sua escolha para o sacerdócio (Números 17:5). Uma vara de cada uma das cabeças das doze tribos foi marcada com os respectivos nomes das tribos e colocadas diante de Deus, perante a Arca do Testemunho (Números 17:4). Quando Moisés retornou no dia seguinte, a vara de Aarão havia florescido, produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas maduras. Deus instruiu Moisés a colocar a vara de Aarão novamente diante do testemunho, "para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes"; a fim de prevenir contra futuras murmurações e mortes (Números 17:10).

Isto é a história do Velho Testamento. A aplicação dela está em João capítulo 11. Lázaro, o amigo de Jesus está seriamente enfermo. Jesus amava eles: Lázaro, Marta, e Maria, mas não foi vê-lo imediatamente, esperou ainda dois dias. Isto causou muitos murmurações e discussões. Os próprios discípulos eram os primeiros a murmurar e discutir, especialmente quando Jesus (sem ter sido avisado por ninguém) anunciou que Lázaro adormecera (João 11:11, 14). Marta, Maria e os enlutados eram os próximos a murmurar e discutir. Marta não podia esperar para dizer a Jesus o que ela pensava, ao encontrar Jesus pelo caminho. Maria foi menos direta, mas ainda assim fez a mesma observação que Marta: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido" (João 11:21, 32).

Isto parece realmente ruim, Jesus tinha deixado as pessoas decepcionadas, do jeito que a "imprensa" gosta de "publicar". É neste mesmo ambiente de morte, desespero e desesperança que Jesus anuncia: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (João 11:25). Jesus pergunta a Marta se ela crê, e ela responde excelentemente com doutrina exata. Ela crê que Jesus é o Messias, o Cristo, o Filho de Deus que veio ao mundo (João 11:27). Ela evita responder a Jesus o real sentido da pergunta, porque sua teologia reagia ao seu pesar. Alguns dos outros começam a questionar se Ele é realmente o Messias. Apesar de tudo, se Jesus pode fazer um cego ver (uma forte prova de que Ele é o Messias, Isaías 42:1,7), por que Ele não podia ter impedido a morte de Lázaro?

Jesus não tinha a intenção de impedir a morte de Lázaro. Ele demonstrou ter tido a intenção de esperar até que ele morresse, a fim de que o povo pudesse ver a glória de Deus aparecer no Tabernáculo, Jesus Cristo, e para que muitos acreditariam Nele (João 11:40, 15,45). Lázaro não era uma peça de madeira cortada de uma amendoeira em algum lugar, como a vara de Aarão tinha sido. Lázaro verdadeiramente era um ser humano, um amigo querido, agora (após estar morto por quatro dias em Israel) estava, sem dúvida nenhuma, se decompondo rapidamente, além de alguma esperança de ser recuperado.

"Tirai a pedra"

"Pai, graças te dou, por me haveres ouvido" (Ele já havia estado no Altar de Incenso, orando)

"Lázaro, sai para fora"

"Desligai-o, e deixai-o ir"!

Que sinal do Messias! Quem podia duvidar agora que Jesus é a ressurreição e a vida, como Ele disse? Somente aqueles que estavam planejando matá-lo (João 11:47-54). Mas, mesmo assim, eles estavam debaixo do soberano plano eterno de Deus.

Grande parte da história do Tabernáculo e do Templo é triste e decepcionante, mas hoje, milhares de anos depois, as pessoas ainda estão muito interessadas em aprender a respeito do Tabernáculo e do Templo. Isto tem muito a ver com a Arca da aliança, a qual (pelo menos em parte de sua história) continha a vara que floresceu, que cumpriu-se em Jesus, a ressurreição e a vida! Muito da história da igreja, e mesmo a minha própria história, é profundamente decepcionante, mas repetidamente o Senhor Jesus Cristo torna-se a ressurreição e a vida para os membros de Seu Corpo, o qual é a verdadeira Igreja.

Eu mesmo sou uma prova viva de que Jesus é a ressurreição e a vida. Esta noite eu estou escrevendo este artigo sobre o Tabernáculo para a Internet e em CD-ROM. Se a tecnologia da Internet/CD-ROM estivesse disponível há sete anos, quando eu era um cristão abertamente desviado, eu estou certo de que eu estaria procurando outro tipo de material (até coisas impuras). Como eu sou grato a Deus por Seu amor por mim, por me salvar, por trazer-me de volta para olhar novamente para Jesus nos evangelhos (a Porta do Pátio Externo), por ter morrido por mim no Altar de Holocausto (a cruz) para perdoar todas as minhas transgressões, por me lavar e limpar na Pia de Sua Palavra, por me alimentar com o Pão da Vida, por brilhar sobre mim como a Luz do mundo, produzindo uma reação da Luz da Vida em mim. Obrigado Senhor Jesus, por orar por mim em cada fase de minha vida, e por me conduzir de volta para o Seu aprisco. Obrigado Senhor Jesus, Tu és a ressurreição e a Vida, e Tu és real em minha vida. Louvado seja o Teu Santo Nome.

A vara de Aarão que floresceu foi um sinal contínuo de que Deus o escolhera como sacerdote (Números 17:5). Mas o sacerdócio de Aarão foi interrompido pela sua morte O Senhor Jesus Cristo, no entanto, tem um sacerdócio constituído segundo a virtude da vida incorruptível (Hebreus 7:16). Ele pode salvar perfeitamente os que por ele se achegam a Deus (Hebreus 7:25). Você precisa voltar a Deus por Cristo, agora?

3. O Pote de Ouro com Maná "Escondido"

Maná era o alimento que descia de Deus diariamente para sustento dos Israelitas no deserto durante os quarenta anos da jornada para Canaã. A maneira que ele era enviado exigia da nação de Israel o desenvolvimento de autodisciplina. O maná somente chegava de manha cedo com o orvalho (Êxodo 16:13-14). Quando o sol surgiu, ele teria evaporado (Êxodo 16:21). O maná tinha de ser colhida diariamente, qualquer sobra criava bichos e cheirava mal (Êxodo 16:20), e eles deveriam colher uma porção dobrada no sexto dia, pois não seria enviado no sábado (Êxodo16:22-27). Era chamado Maná, porque em Hebraico isto quer dizer: !o que é isso??. Parecia semente de coentro e seu sabor era como bolos de mel (Êxodo 16:31). O Senhor ordenou a Moisés para que enchesse um ômer com Maná e o guardasse como memorial para as gerações futuras, para que vissem como Deus alimentou os Israelitas no deserto (Êxodo 16:32-33). Este é o Pote de Ouro com Maná "escondido", que ficava no Tabernáculo (Apoc. 2:17).

Agora, é óbvio que se o Maná fosse guardado por mais de um dia, ou dois (se fosse no sábado), ele criaria bichos e cheiraria mal. Porque então guardá-lo como memorial para as futuras gerações?

A chave da resposta é o Pote de Ouro. O Pote de Ouro iria durar para sempre. Ele era redondo, indicando a eternidade, e de ouro, indicando ser !de Deus, divino?. O Pote de Ouro indica vida eterna. Nossa vida necessita estar "escondida com Cristo em Deus" (Colossenses 3:3) e nós necessitamos conhecer "Cristo, que é a nossa vida", o !zoe? (Grego) vida eterna (Colossenses 3:4). O Maná escondido foi um memorial de como Deus sustentou Seu povo em uma situação impossível. Cristo é real, e disponível para todas as pessoas em qualquer idade ou em qualquer circunstância. A questão é: o quanto Ele significa para nós? O que fazemos enquanto desfrutamos de tempo e energia para servi-lo? Também quando nós passamos por apertos e Ele nos socorre, experimentamos seu suprimento de vida nestas ocasiões, é bom termos um memorial para as futuras situações. "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." Jesus ora em João 17:3.

 

Autor: Martyn Barrow (martyn@domini.org)
Traduzido e Usado com permissão no http://www.obreiroaprovado.com
Tradução: Pastor Eduardo Alves Cadete ! 05/01
Revisão e Edição: Calvin Gene Gardner ! 05/01
Fonte original: http://www.domini.org/tabern
Fonte: www.palavraprudente.com.br